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quinta-feira, 6 de março de 2014

OS MELHORES PERIFÉRICOS GAMERS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2014

Metade do ano já se foi e, nesse tempo, tivemos a oportunidade de conhecer uma série de novos jogos. Acontece que, para gamers que usam o PC como plataforma de jogos, nem sempre acessórios básicos podem oferecer boas experiências com esses novos títulos.

Pensando nisso, resolvemos separar algumas dicas para você que está pensando em turbinar sua máquina. Hoje, vamos mostrar alguns dos periféricos mais robustos para quem busca precisão, controles e alta qualidade sonora na hora de detonar nos games.


Os melhores mouses para caprichar na pontaria

Mad Catz R.A.T 9 Gaming Mouse – US$ 129,99

Em 2011, indicamos o Mad Catz R.A.T 9 como um dos melhores produtos da época. De lá para cá, a fabricante trabalhou no aperfeiçoamento de seu produto. A versão 2013 deste acessório é voltada para quem leva a jogatina a sério. Trata-se de um periférico com precisão ajustável que pode ser regulada entre 25 e 6.400 DPI — as seleções são realizadas em valores de 25.

  1. Resolução: 25 até 6400 dpi (em passos de 25 dpi)

  1. Aceleração: 50 G

  1. Velocidade: até 6 m/s

  1. Bateria: até 9 horas de jogatina contínua



Outros diferenciais do R.A.T. 9 ficam por conta dos comandos programáveis (mais de 18 combinações para diversos jogos), do ajuste de peso, dos componentes intercambiáveis e dos softwares exclusivos que garantem configuração completa do acessório. Não é muito fácil encontrar este periférico por aqui, mas com certeza vale a pena importar.

Logitech G700S – US$ 80​

Há muitos mouses que se propõem a oferecer excelentes resultados em jogos, mas poucos contam com tantas qualidades quanto o Logitech G700S. Este mouse sem fio oferece precisão regulável entre 200 e 8.200 DPI, o que quer dizer que ele pode perfeitamente se adaptar ao seu estilo.
  1. Resolução: 200 até 8.200 dpi

  1. Aceleração: 30 G

  1. Velocidade: até 4,19 m/s

  1. Bateria: não informado



Você pode programar diversas funcionalidades para os 13 botões do acessório, jogar com ou sem fio (é possível carregar as baterias e continuar usando o mouse) e personalizar o comportamento da rodinha de rolagem. O preço é aceitável, mas este modelo ainda é raro no Brasil.

Razer Naga – R$ 400 ou US$ 64,99

A marca Razer se tornou popular e, atualmente, muitos gamers criticam a qualidade razoável de alguns produtos da fabricante. Apesar disso, o Razer Naga é um mouse que se destaca entre os tantos acessórios que a empresa oferta. Este modelo é mais recomendado para jogos de MMO, visto que ele conta com 17 botões personalizáveis.
  1. Resolução: até 5.600 dpi

  1. Aceleração: 50 G

  1. Velocidade: até 5 m/s

  1. Bateria: não informado



O sensor do Naga é de 5.600 DPI, o que garante precisão avançada, o suficiente para a maioria dos jogadores. O tempo de resposta dele é de 1 ms e a comunicação com o PC é muito eficiente. O design é ousado e você ainda pode mudar a carcaça do periférico. O preço no Brasil é salgado, mas vale a pena comprar lá fora.

Os teclados mecânicos mais sensacionais do mercado

Thermaltake Meka G-Unit – R$ 531,16 ou US$ 139,99

Quando falamos de acessórios gamers, a Thermaltake é um dos nomes mais confiáveis. Entre tantos produtos, o teclado Meka G-Unit é possivelmente o mais recomendado para quem busca múltiplas funções e um visual ousado. Assim como os congêneres, esse aparelho também aproveita teclas mecânicas e oferece ações imediatas nos jogos.

O grande diferencial deste periférico está na placa de som embutida, que possibilita a conexão de fones de ouvido e microfone diretamente no teclado. Além disso, este Meka vem com portas USB para você manter outros dispositivos por perto, sem ter que usar as portas limitadas do computador.


Este teclado ainda conta com teclas multimídia, teclas compatíveis com macros (é possível atribuir até 60 funções), cabo removível e retroiluminação para dar um toque mais ousado ao produto. Vale destacar ainda que o aparelho conta com muita memória interna, possibilitando que você registre novos macros sem precisar apagar os antigos.

Logitech G710+ – US$ 119,99

Considerado como um dos melhores no ramo dos teclados, este periférico da Logitech é uma excelente opção para quem busca um produto com teclas mecânicas por um preço camarada. Ao lado esquerdo do layout-padrão, seis teclas especiais dão direito a ativação de macros. É possível atribuir até três funções para cada uma, o que garante facilidade na hora da jogatina.

Como é de se esperar, esse acessório é muito silencioso e o tempo de resposta das teclas é quase que imediato. As teclas com retroiluminação são muito legais para quem joga no escuro, mas, se você está acostumado a jogar e digitar sem olhar para o teclado, este recurso talvez nem seja tão interessante.


or fim, vale destaque para as teclas de mídia, as quais regulam comandos de som de forma imediata. O botão especial para ativar o modo de jogo é a cartada final do produto. Com este recurso, você pode desabilitar algumas teclas que não são necessárias — e que podem atrapalhar — na jogatina. É difícil encontrar o G710+ no Brasil, mas vale a pena importar!

Cooler Master Storm Trigger – US$ 149,88

Nossa terceira recomendação é o teclado gamer da Cooler Master. Da mesma forma que os concorrentes, este periférico traz suporte para teclas mecânicas — com direito a retroiluminação na cor vermelha —, funções multimídia (neste modelo, as teclas não são dedicadas) e cinco botões para a utilização de macros.


Ele também conta com um hub USB 2.0, possibilidade de utilização para seis teclas simultâneas e um apoio de braço de tamanho avantajado. A diferença aqui está no preço, que acaba não sendo muito competitivo com os congêneres. Em nossas pesquisas não encontramos este modelo disponível no Brasil.

Headsets para colocar você dentro do jogo

Astro Gaming A50 – US$ 299,99

Os headsets da Astro já são conhecidos de longa data dos gamers. Entre os tantos acessórios disponíveis, o A50 ganha destaque por sua qualidade ímpar. Alguns dos diferenciais são: frequência de operação elevada (o que evita interferências), compatibilidade com a tecnologia Dolby Digital 7.1 e um regulador eficiente para você balancear o som na hora da jogatina.


A fidelidade de som e o isolamento acústico são características deste modelo sem fio que é perfeito para gamers exigentes. Infelizmente, o preço não é muito convidativo, mas, se você tem múltiplos aparelhos compatíveis (este headset pode ser usado no Xbox 360 e no PS3), quem sabe valha o investimento.

Turtle Beach Ear Force XP SEVEN – US$ 239,99

Se você busca um headset realmente preparado para tudo, é bem possível que este Turtle Beach seja um dos poucos capazes de agradar seus tímpanos. O Ear Force XP SEVEN é um modelo sem fio que vem com controles específicos para você deixar o som mais nítido para cada atividade.

Este acessório tem isolamento acústico e muita proteção para não apertar suas orelhas. Outros diferenciais consistem na possibilidade de trocar algumas partes da carcaça e de remover o microfone.


O Turtle Beach Ear Force XP SEVEN é um headset mais barato que o Astro e que pode oferecer alta fidelidade sonora, tecnologia Dolby Surround e um processador digital que garante a programação do sinal. É bem difícil encontrá-lo no Brasil.

Cooler Master Storm Sirus 5.1 – US$ 99,99 ou R$ 600

Baixando um pouco os valores, um fone que pode compensar muito o dinheiro investido é o Storm Sirus, da Coooler Master. Este fone de 5.1 canais conta com quatro alto-falantes de cada lado, ou seja, múltiplos canais de verdade. Ele pode ser a pedida perfeita para quem busca um headest com isolamento acústico e ajustes de fácil acesso.


Para quem busca uma experiência aprimorada

Major League Pro Circuit para Xbox 360 – US$ 99 ou R$ 570

O controle do Xbox 360 para computador é uma ótima opção para quem deseja desfrutar de alguns games que não são muito confortáveis para jogar com um teclado e um mouse. Todavia, se você busca mais personalização, o modelo Major League Pro Circuit da Mad Catz é a pedida ideal.


Esse gamepad conta com módulos adaptáveis que garantem a mudança do posicionamento dos manípulos e direcionais. O visual lembra muito o do controle da Microsoft, mas a pegada e a precisão são bem diferentes. O modelo para Xbox 360 é compatível com PCs.

Logitech G27 Racing Wheel – R$ 799

O nível de qualidade gráfica dos jogos de corrida para PCs é imbatível, mas de nada adianta ter visuais fantásticos e continuar preso ao teclado. O Logitech G27 é a melhor opção para quem gosta de pilotar em alto estilo e com uma precisão absurda.



Esse volante tem reorientação de força (que garante o feedback na hora da pilotagem), giro de 900° que possibilita uma controle realista, embreagem helicoidal para evitar ruídos, LEDs para indicar as rotações do motor e a marcha, câmbio de aço e revestimento em couro. Certamente é a alternativa mais inteligente para os pilotos profissionais de PC.

É hora de diversão!

Bom, esses são apenas alguns dos tantos periféricos de alta qualidade para quem leva a jogatina a sério. É claro que existem outras marcas, modelos e outros tipos de acessórios. Além disso, há muitos acessórios mais baratos que podem satisfazer suas necessidades. Você tem alguma outra recomendação para os gamers? Compartilhe suas informações!
Via Tecmundo



“QUANTO MAIS, MELHOR”: PC NÃO VAI DEMORAR EM ULTRAPASSAR PS4 E XBOX ONE

Em entrevista à revista Game Informer, o gerente-geral e vide-presidente da DICE, Karl-Magnus Troedsson, que também é responsável por Battlefield 4, afirmou que “quanto mais, melhor”, quando perguntado se ele achava que os 8GB de RAM GDDR5 do PlayStation 4 não eram um exagero quando comparados com os 5 GB de RAM DDR3 do Xbox One.

Em sua resposta completa, Troedsson disse: “Seja mais memória ou mais poder de CPU ou GPU (qualquer coisa relacionada ao desempenho), mais é sempre melhor, especialmente para os tipos de jogos que desenvolvemos”. E ainda, adicionou que embora o hardware dos consoles da próxima geração sejam impressionantes, não levará muito tempo para ficarem desatualizados com as últimas tecnologias.

Segundo ele, “Nós temos uma longa sucessão de jogos para PC, e esta é uma plataforma que evoluiu bem com o passar dos anos. Naturalmente, estamos empolgados com a ideia de consoles que se aproximam em poder do que o PC tem hoje para oferecer – porém, não deve demorar muito para eles serem capazes de fazer ainda mais.”

Como Battlefield 4 sai em 29 de outubro, a primeira opção para jogar provavelmente será o PC, já que os consoles da nova geração serão lançadosapenas mais para o final do ano.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

QUANTA DIFERENÇA A MEMÓRIA RAM FAZ NOS JOGOS?

Muita memória RAM ou memórias mais rápidas? Quantos gigabytes são necessários para jogar sem se preocupar?

mundo dos computadores esconde muitos mistérios. Um dos maiores deles talvez diga respeito à memória RAM. Será que a quantidade é diretamente proporcional ao desempenho do sistema? O que é mais importante: muita memória mais lenta ou pouca memória mais rápida? A verdade é que, como quase tudo relacionado a computadores, depende.

Depende de qual é o objetivo principal do computador. Você vai utilizar a máquina primariamente para trabalhar, navegar na internet ou para jogar? Os games são pesados ou simples joguinhos de navegador? Os aplicativos de escritório são editores de texto e planilha ou edição de vídeo e imagens? Tudo isso precisa ser levado em conta antes de escolher os componentes.
Neste artigo, vamos nos focar em máquinas direcionadas para os games mais pesados e mostrar alguns testes que dizem se a quantidade de memória é mais relevante que a velocidade dela, quanta memória os jogos efetivamente aproveitam e qual é o mínimo e o máximo necessário para que seja possível se divertir e não se preocupar com engasgos durante as partidas.

Limite de memória do sistema operacional

Muita gente ainda não sabe disso, mas sistemas operacionais de 32-bits podem alocar apenas 4 GB de memória RAM física. E isso não fica restrito apenas à memória principal do computador, também inclui aquela encontrada nas placas de vídeo (memória virtual não conta). Desses 4 GB, o sistema pode alocar 2 GB de espaço de endereçamento virtual para cada processo em execução, até atingir o limite.

Em sistemas operacionais de 64-bits, a coisa muda de figura: o limite máximo total de memória que o sistema pode alocar é 8 TB. Outra vantagem é que os aplicativos desenvolvidos em 32-bits podem alocar até 4 GB de endereçamento virtual, ou seja, mesmo os processos desenvolvidos em 32-bits podem se beneficiar do novo sistema.

A velocidade da memória é mais importante que a quantidade?

Mas e quanto à velocidade da memória, ela tem uma influência direta no desempenho? Se for a memória RAM do computador, muito pouco. A velocidade e a latência dos chips de memória só vão trazer alguma diferença real em resoluções altíssimas, e mesmo assim ela não será tão perceptível.

Veja os testes realizados pelo Tom´s Hardware: a velocidade da memória mostra que não é um papel fundamental na hora de garantir alguns quadros por segundo a mais.


Como pudemos perceber, a memória pode ser mais rápida — e consequentemente mais cara —, e o resultado prático não muda muito de um caso para outro.

O preço por um pente de memória mais rápido pode não compensar muito no final das contas. Veja: enquanto 8 GB DDR3-2133 custam em média R$ 330*, podemos encontrar 8 GB de memória DDR3-1600 por aproximadamente R$ 260*. Um custo cerca de 20% maior por um desempenho que fica na casa dos 3% superior — e em apenas alguns aplicativos e condições específicas.

É claro que isso é apenas uma estimativa. A rigor, se você puder optar por uma memória mais rápida, melhor. Mas é bom saber que esse não vai ser o fator determinante na hora de conseguir uma taxa de quadros por segundo mais alta.


Quantidade de memória

O senso comum diz o seguinte: quanto mais memória no computador, melhor. Entretanto, a realidade é pouco diferente disso. Imagine que a memória RAM de um PC é como se fosse uma fábrica. Os processos em execução são como se fossem os funcionários, e a memória virtual é o depósito.

A lógica é simples: se a fábrica é pequena, os trabalhadores precisam ir até o depósito buscar a matéria-prima, desenvolver os produtos e depois carregar tudo novamente para o depósito. Com o aumento dessa fábrica (mais RAM), é possível armazenar a matéria prima e os produtos finalizados no mesmo local, aumentando muito a produtividade.


O problema é que aumentar exageradamente essa fábrica não faria muita diferença, pois a maior parte do espaço ficaria vazia e subutilizada. O mesmo acontece com a memória RAM. É importante ter uma boa quantidade dela no computador, mas, para os jogos, existe um limite.

Um computador com pouca memória exige que parte dos processos seja enviada para a memória virtual, que nada mais é do que um espaço reservado no HD da máquina para permitir que aplicativos mais sedentos por RAM possam ser executados. Antes de essa ferramenta ser implementada nos sistemas operacionais, muitos programas deixavam de funcionar.

Embora esse seja um recurso inteligente e útil para o funcionamento da máquina, a memória virtual pode causar engasgos e travamentos dentro dos games, simplesmente pelo fato de um HD ser muito mais lento que a memória RAM.


Descobrindo quanta memória os games utilizam

Nós executamos alguns testes rodando diversos jogos em uma máquina configurada com 2, 4 e 8 GB de memória. Quanto os aplicativos passaram a utilizar em cada configuração? Houve um aumento no desempenho dos aplicativos?

Veja a máquina utilizada durante os testes:



- Processador: Intel Core i5-3450;
- Placa-mãe: ASUS P8B75-M LE;
- Placa de Vídeo: MSI GeForce GTX 670;
- HD: Western Digital 500 GB 7.200 RPM;
- Sistema operacional: Windows 7 Professional.


O sistema operacional foi instalado na máquina apenas para a realização dos testes. Para evitar conflitos com outros aplicativos que possam influenciar nos resultados, não instalamos antivírus no computador.

O hardware da máquina é suficiente para rodar todos os títulos testados com todos os detalhes configurados para a máxima qualidade. O único item alterado entre as análises foi a quantidade de memória instalada na máquina. Para verificar a utilização de recursos do sistema, utilizamos o próprio monitor de recursos do Windows.


Veja os resultados:


*Os números estão expressos em megabytes.

Como pudemos perceber, a quantidade de memória utilizada pelos aplicativos mudou muito pouco de uma configuração para outra. Esses números representam uma média entre a utilização máxima e a mínima da memória disponível no computador, então é normal que os aplicativos utilizem mais ou menos RAM durante momentos específicos.


Mas e como foi jogar em cada uma das configurações?


2 GB RAM: tudo demora muito para carregar. Alguns jogos funcionaram perfeitamente nessa configuração, outros nem tanto. Jogar RAGE, por exemplo, pode ser um imenso sacrifício. O recurso “Megatextura” utilizado pela engine do game precisa ler os dados da memória constantemente, forçando o sistema a depender muito da memória virtual;
4 GB RAM: todos os games rodaram perfeitamente. Não houve problemas na hora de carregar os jogos ou durante as partidas. Na hora de fechar os aplicativos e retornar ao sistema operacional, também não enfrentamos dificuldades;
8 GB RAM: o desempenho em todos os títulos foi exatamente o mesmo que tivemos com a configuração anterior. A impressão foi de que nada na máquina foi alterado, pelo menos durante as partidas.

Mas por que os games não utilizam o excedente de memória disponível na máquina para carregar mais texturas, dados e outros elementos dos games? Primeiro, é preciso lembrar que as texturas e outros elementos gráficos ficam armazenados na memória da placa de vídeo, que trabalha em conjunto com a RAM principal do sistema.

Segundo, porque simplesmente os jogos não precisam de mais memória. Se ele está rodando liso e sem engasgos utilizando apenas 1 GB do sistema, tudo bem. Isso acontece em alguns casos porque muitos desses títulos são desenvolvidos com os consoles em mente. Como esses equipamentos possuem menos recursos, o código dos jogos é programado para trabalhar dessa maneira.

Nós já vimos que a maioria dos aplicativos ainda é desenvolvida em 32-bits. Contudo, o sistema operacional pode alocar até 4 GB de memória para cada um deles, e os testes demonstraram que eles simplesmente não precisam de tudo isso para funcionar adequadamente.

Casos mais específicos como RAGE, por exemplo, aparecem nos testes utilizando quase a mesma quantidade de memória em todas as configurações, mas engasga com apenas 2 GB instalados. Isso acontece porque, quando há mais memória disponível, o sistema coloca mais arquivos em cache, o que agiliza o carregamento dos dados.

Como os aplicativos ainda precisam dividir os recursos da máquina com o sistema operacional, é preciso ter certa folga para evitar os engasgos relacionados com o uso da memória virtual. Por isso, os games travam com apenas 2 GB e rodam tranquilamente com 4 GB para cima.


Quanta memória eu preciso para jogar?

Para jogar os games atuais sem precisar se preocupar com engasgos e travamentos durante as partidas, 4 GB RAM se mostram suficientes. No entanto, é interessante colocar 8 GB na sua máquina pensando no futuro, mas você não vai notar de imediato diferença no desempenho dos títulos. Sendo assim, você terá algum espaço de sobra para os aplicativos e o sistema operacional trabalharem com folga por um bom tempo. Além disso, é possível alternar entre as tarefas rapidamente com essa configuração.


Instalar 16 GB ou até 32 GB RAM em máquinas dedicadas aos games, por enquanto, não mostra resultados que justifiquem o investimento. Além de não garantir nenhum desempenho a mais, a memória ociosa vai servir apenas para gastar energia e gerar mais calor dentro do gabinete.

Entretanto, se você costuma parar no meio das partidas, alternar entre tarefas e manter outros aplicativos trabalhando no fundo enquanto se diverte, a quantidade de memória necessária para o seu sistema funcionar sem problemas somente você poderá definir.

Não tem outro jeito: para garantir que os games fiquem mais rápidos, é preciso pensar no processador e na placa de vídeo. A memória só vai dar mais espaço para que eles possam trabalhar.



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Fonte: Tecmundo

sexta-feira, 29 de março de 2013

YOUTUBE ANUNCIA NOVA PLATAFORMA DE TRANSMISSÃO AO VIVO PARA JOGOS

Com isso, as desenvolvedoras de games vão poder apresentar os seus produtos de maneira mais dinâmica.


O serviço de transmissão ao vivo do YouTube não é algo novo, tanto que diversos shows e eventos já puderam ser vistos através desse tipo de streaming. Para começar a inovar ainda mais, o site está trabalhando para aumentar os tipos de conteúdo que abrangem essa tecnologia, sendo que o primeiro passo foi dado em parceria com os games.

Por conta disso, na Game  Developers Conference, o YouTube anunciou sua nova tecnologia de transmissão ao vivo, que permite a produção de vídeos “instantâneos” provenientes de video games. Com o objetivo de possibilitar essa inovação, a equipe do site desenvolveu um novo pacote de APIs – em português, Interface de Programação de Aplicativos.

Com isso, o YouTube consegue transcodificar os sinais mandados pelas desenvolvedoras de jogos e desenvolver uma versão compatível com os diferentes visitantes do site. Esse recurso já havia sido oferecido para grandes empresas, mas, agora, praticamente qualquer companhia do ramo pode apresentar seus produtos de maneira mais dinâmica.

Tecnologia versátil

Além de se um bom recurso para mostrar os novos jogos, o engenheiro desenvolvedor, Ibrahim Ulukaya, também explicou outras qualidades do novo recurso. Para começar, a empresas podem programar pausas na transmissão para inserir outros tipos de conteúdo, como propagandas de patrocinadores.

Outra utilização pode ser por parte dos próprios jogadores, pois eles têm a chance de produzir vídeos com o objetivo de mostrar as suas melhores (ou piores) experiências nos seus títulos preferidos — fato que pode fomentar mais ainda a cultura dos games através da internet.

Fonte: Tecmundo

AS MAIORES (E MAIS BIZARRAS) ADAPTAÇÕES DE CONTOS INFANTIS NO CINEMA.


Com a estreia de Jack, o Caçador de Gigantes, adaptação de João e o Pé de Feijão, conheça outros contos infantis que ganharam versões modernas nos cinemas, tomando grandes liberdades em relação à história original. Da versão religiosa de A Bela e a Fera à adaptação repleta de ação de Chapeuzinho Vermelho, passando pela história de Branca de Neve e até mesmo uma versão para maiores de A Bela Adormecida.
Confira:

João e o Pé de Feijão



Talvez o conto de João e o Pé de Feijão não seja um dos mais populares no Brasil, mas nos Estados Unidos ele já foi adaptado em diversos filmes. O mais recente é o lançamento Jack - O Caçador de Gigantes, em que o protagonista (Nicholas Hoult) deve salvar uma princesa das garras de monstros. O filme capricha no humor, apostando em Ewan McGregor e Stanley Tucci para as cenas cômicas.

Outras adaptações: Jack, o Matador de Gigantes (1962) foi realizado como um grande clássico de aventuras, que ganhou uma versão musical mais tarde. Mas talvez a versão mais marcante tenha sido Abbott & Costello e o Pé de Feijão (1952), com a famosa dupla cômica dos anos 50. Este foi um dos últimos filmes que fizeram, e um dos maiores sucessos de bilheteria daquele ano.





João e Maria



João e Maria: Caçadores de Bruxas (2013) é provavelmente a maior adaptação já feita sobre este conto infantil, usando atores ao invés da animação. Desta vez, os irmãos (Jeremy Renner e Gemma Arterton) estão grandinhos e passaram a matar as bruxas com as próprias mãos - e com diversas armas, como você pode ver na foto acima. A casa de doces torna-se um mero detalhe diante da divertida matança dos dois. O filme está fazendo um enorme sucesso no Brasil e teve uma bilheteria satisfatória no resto do mundo, abrindo as portas para a sequência João e Maria 2, ainda em preparação.

Outras adaptações: A história de João e Maria também ganhou uma versão bem comportada e infantil, chamada simplesmente Hansel & Gretel (2002), com Dakota Fanning no elenco. No entanto, merece maior destaque a versão de terror sul-coreana, de 2007, banhada em sangue e muito mais sombria do que o conto tradicional.





Branca de Neve e os Sete Anões



Aproveitando sua popularidade pós-Saga Crepúsculo, Kristen Stewart atuou em Branca de Neve e o Caçador (2012), versão cheia de efeitos especiais da história original. Chris Hemsworth aparece como o caçador, e Charlize Theron faz a bruxa malvada. O filme foi um grande sucesso, garantindo a realização da sequência, Branca de Neve e o Caçador 2 (2014).

Outras adaptações: Ainda em 2012, Espelho, Espelho Meu trouxe Julia Roberts em um raro papel malvado, numa versão colorida e cheia de figurinos extravagantes. Amanda Bynes atuou em uma adaptação adolescente e de baixo orçamento, chamada Ela e os Caras (2007). Neste caso, os sete anões foram trocados por sete amigos de faculdade. Já A Floresta Negra (1997), que leva o subtítulo "um conto de horror", em inglês, aposta em uma história medieval de bruxarias. Mas talvez a versão mais controversa seja o filme português Branca De Neve (2000), em que a maior parte da projeção simplesmente não tem imagens, apenas sons. Imagina ficar uma hora inteira diante de uma tela escura?



Chapeuzinho Vermelho


Você se lembra de triângulos amorosos na história da Chapeuzinho Vermelho? Pois é, a adaptação A Garota da Capa Vermelha (2011), com Amanda Seyfried no papel principal, toma a liberdade de incluir um romance e figuras sobrenaturais - talvez para aproveitar o sucesso da Saga Crepúsculo. Como você pode ver pelas críticas do AdoroCinema, o resultado não foi muito bem-sucedido.

Outras adaptações: Este conto infantil já rendeu dezenas de adaptações nos cinemas, muitas delas bastante criativas. A versão de horror trash Chapeuzinho Vermelho do Inferno (2010) inclui estupros e satanismo, já o sombrio Menina Má.com, com Ellen Page no papel principal, torna-se uma crítica feroz à pedofilia. Mesmo Freeway - Sem Saída (1997), com Reese Witherspoon, mostra a garota fugindo de um delinquente sexual. Com exceção da versão infantil Red Riding Hood (2006), a maioria das adaptações insiste na alegoria da sexualidade e da exploração de crianças.



A Bela e a Fera


Esqueça a fera peluda e assustadora da animação da Disney. Em A Fera (2011), Alex Pettyfer é amaldiçoado por sua vaidade, e acaba se transformando neste ser estranho aí em cima. Mais do que um monstro animalesco, ele lembra um androide, ou algo do tipo... O feitiço dura um ano, e neste prazo ele deve encontrar uma garota que o ame de verdade, apesar da nova aparência. Como este é um romance, você pode adivinhar o final...

Outras adaptações: Em 2007, Beauty and the Beast: A Latter-Day Tale transformou a fábula em uma alegoria religiosa. A história mostra uma mulher caridosa, que descobre o lado humano em um empresário ganancioso. Em 1987, foi realizada uma versão musical com Rebecca De Mornay no papel da Bela. Mas talvez a versão mais conhecida pelos cinéfilos seja A Bela e a Fera (1946), clássico do cinema francês dirigido pelo cineasta e poeta Jean Cocteau.





O Mágico de Oz


Uma das estreias recentes nos cinemas foi Oz: Mágico e Poderoso, nova versão do clássico escrito em 1900. O filme traz James Franco como o mágico Oz, transportado para um mundo fantástico, cheio de fadas e bruxas. A Disney não economizou em efeitos especiais para esta grande produção, como você pode conferir no belo trailer abaixo. O resultado foi um grande sucesso de bilheteria no Brasil e no resto do mundo.

Outras adaptações: Sem dúvida, a versão mais conhecida da história é O Mágico de Oz (1939), com Judy Garland no papel de Dorothy. Com este filme, a frase "Não há lugar como o nosso lar" ficou marcada na memória dos cinéfilos. Mas outras versões existiram, como O Mágico Inesquecível (1978), comédia musical com Michael Jackson e Diana Ross, O Mundo Fantástico de Oz (1985), em que Dorothy sofre experimentos psiquiátricos e deve voltar à terra encantada, e The Muppets' Wizard of Oz (2004), um musical com os famosos personagens infantis.




Alice no País das Maravilhas


Em 2010, Alice no País das Maravilhas tornou-se o maior sucesso da carreira de Tim Burton. O filme lotou os cinemas com sua versão visualmente impressionante da história original, além de contar com os sempre talentosos Johnny Depp e Helena Bonham Carter no elenco. Mais de US$1 bilhão arrecadados e dois Oscar mais tarde, a Disney já está trabalhando na história de Alice no País das Maravilhas 2.

Outras adaptações: Esta história já teve muitas interpretações pouco infantis, principalmente no que diz respeito ao conteúdo sexual. Na versão britânica Alice Através do Espelho (1998), baseada no livro que dá sequência ao original, Kate Beckinsale interpreta com ousadia a personagem principal. Já Alice (1977) escolhe a estrela do cinema pornográfico Sylvia Kristel (Emmanuelle) para o papel de uma mulher desconte com o marido, que fica presa por acaso em uma mansão com dois desconhecidos...



Cinderela



Talvez a história da Cinderela tenha sido o conto que ganhou as adaptações menos subversivas no cinema. A maioria dos filmes é bastante romântica, focado no público feminino adolescente e pré-adolescente. As estrelas teen Hilary Duff e Selena Gomez já interpretaram os papéis principais nas adaptações A Nova Cinderela (2003) e Outro Conto da Nova Cinderela (2007).

Outras adaptações: Drew Barrymore fez uma adaptação de sucesso em Para Sempre Cinderela (1998), que transporta o conto para a Idade Média, e Anne Hathaway apareceu em uma versão bastante criativa em Uma Garota Encantada (2005), no qual ela vive uma garota enfeitiçada pela madrasta com o "dom da obediência". Mesmo o sucesso Encantada (2007), no qual uma princesa que descobre a vida real, poderia ser considerado como uma adaptação de Cinderela, embora ele também faça referência a outros contos. Em 2014 chega aos cinemas uma nova versão da história, com Cate Blanchett no papel da madrasta malvada.




Peter Pan


Em 2003, o diretor de O Casamento do Meu Melhor Amigo, P.J. Hogan, dirigiu a aventura Peter Pan, com um grande orçamento (mais de US$100 milhões) mas um elenco repleto de rostos pouco conhecidos. O filme chegou a ganhar alguns prêmios pela atuação do jovem Jeremy Sumpter (acima), mas o público não apreciou a história, e Peter Pan mal conseguiu cobrir seus custos de produção.

Outras adaptações: Uma das adaptações de maior sucesso no cinema foi dirigida por ninguém menos que Steven Spielberg. Hook - A Volta do Capitão Gancho (1991) mostra um Peter Pan adulto (Robin Williams), que deve lutar mais uma vez contra o Capitão Gancho (Dustin Hoffman) quando seus filhos são raptados. Já o premiado Em Busca da Terra do Nunca (2004) não adapta exatamente a história de Peter Pan, mas mostra como ela foi criada pelo escritor J. M. Barrie (Johnny Depp).



A Bela Adormecida


Em 2011, o festival de Cannes recebeu uma versão ousada desta história, com o título de Beleza Adormecida. Emily Browning (Sucker Punch - Mundo Surreal) interpreta uma estudante que aceita trabalhar em uma espécie de casa de prostituição de luxo, onde ela toma remédios para dormir e deixa seu corpo ser utilizado pelos clientes da casa. Controverso, o filme australiano foi exibido em poucos cinemas.

Outras adaptações: Em 1987, uma produção mais clássica chegou aos cinemas, com o título simples de Sleeping Beauty. Esta grande produção musical, cheia de efeitos especiais, foi dirigida pelo especialista dos contos infantis David Irving, que também tinha feito versões de A Princesa e o Gnomo e As Novas Roupas do Imperador. Já A Bela que Dorme (2013), que chega aos cinemas em breve, usa a imagem da garota adormecida para refletir sobre a eutanásia na Itália. Em 2014 deve chegar aos cinemas uma versão de Hollywood, provavelmente a maior já feita até hoje. Com o título de Maleficent, ela traz Angelina Jolie no papel da rainha má, e Elle Fanning como a princesa Aurora.



Fonte: Adorocinema
 
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